Travessia Vila Inhomirim x Petrópolis

Travessia Vila Inhomirim x Petrópolis (Caminho do Ouro)


Tipo: Travessia

Região: Parque Nacional da Serra dos Órgãos / Serra Velha

Localização: Magé - Vila Inhomirim - RJ, Brasil, América do Sul

Lat/Lon: 22°34'12"S e 43°10'59"W (Início) / 22°32'29"S e 43°10'25"W (Fim)

Atividades: Travessia e Caminhada

Época do Ano: Verão, Primavera, Outono e Inverno

Altitude: 711 m (Pontilhão)




Descrição



Em uma bela e bem preservada porção da Serra da Estrela, mas conhecida com Serra Velha encontramos o Caminho do Ouro, uma ótima opção de caminhada que se passa na famosa trilha colonial que foi construída em 1724 com pedras por escravos de Bernado Soares de Proença, rico fazendeiro da cidade, que trazia ouro de Minas Gerais até a cidade do Rio de Janeiro, passando antes por Magé.


O Pontilhão Colonial - Viaduto da Grota Funda


Existem pelos menos cinco antigos caminhos ligando o Rio a Minas Gerais denominados de Caminho do Ouro, mas o caminho desse artigo foi batizado como Atalho de Proença, e serviu para substituir outro caminho que também partia da Cidade do Rio de Janeiro batizado pelos escravos e pelos tropeiros de "Caminho Novo das Gerais". O Caminho Novo foi construído no fim do século XVIII para ser uma alternativa ao longo caminho original que partia da Cidade de Paraty até as cidades mineiras. Nesse Caminho Novo os tropeiros passaram a subir a serra de Petrópolis pela vertente onde hoje fica a reserva de Tinguá passando antes por Xerém, mas esse caminho era muito íngreme e acidentado e por isso foi encomendado ao fazendeiro Bernado Soares de Proença, que morava na região conhecida hoje como Raiz da Serra, abrir um novo caminho, por isso a denominação de Atalho de Proença.


O Atalho de Proença


Esse caminho era bem largo para a época (em alguns trechos a largura chegava a ter seis metros) e ainda pode-se perceber até vestígios de algum tratamento paisagístico nas suas margens, embora ele corte a floresta. Seu calçamento de pedras ia desde Vila Inhomirim, em Magé até o bairro Secretário, em Petrópolis, e levou aproximadamente dois anos para ser construído. Uma grande parte do ouro do nosso país foi transportado através deste caminho. A trilha hoje é um atrativo para os amantes da natureza e seu calçamento é considerado um trabalho de arte e harmonia.


Visual - Pedra do Cortiço


A história conta que no passado esse caminho abrigou escravos, transportou água por um aqueduto (atualmente em total estágio de degradação), deu passagem a muitas comitivas reais e que inclusive foi palco de algumas aventuras de Dom Pedro I. Os mais antigos contam que muitos anos atrás, até carros conseguiam percorrer um bom trecho desta estrada, mas que nos últimos anos, devido à falta de manutenção a natureza vem retomando o que é seu.


Cachoeira para um banho refrescante


Nos dias atuais, é palco de muitos banhos refrescantes por famílias inteiras que moram na região, que durante os dias quentes e úmidos de verão, tem por hábito, devido à proximidade, de freqüentar estas agradáveis atrações naturais.

   Altitude: Início 40 m (Estação Ferroviária) / Fim 711 m (Pontilhão).
   Administração: ICMbio - PARNASO.
   Nível: Leve-superior.
   Duração: 2h até 3h (Travessia).
   Bioma: Floresta Atlântica
   Carta Topográfica: Petrópolis
   Atração: Paisagem e cachoeiras e ruínas.


A Trilha



Essa bucólica caminhada se inicia na rodovia RJ-107 em frente a estação de trem da Vila Inhomirim, praticamente no inicio da antiga estrada que sobe em direção a Petrópolis praticamente paralela a esse Caminho do Ouro que estamos descrevendo nesse artigo. A RJ-107 é dividida em três seguimentos, e esse que segue para o Alto da Serra é conhecido popularmente como Estrada da Serra Velha, já que antes da inauguração da BR-040 este era o principal acesso para a Região Serrana Fluminense, sendo, portanto uma das estradas mais antigas do Brasil.


Estação Vila Inhomirim


Para acessar o inicio da trilha, se você estiver na frente da estação atravesse a rua e vá em direção ao Nº 530 e logo após o restaurante entraremos em um beco a esquerda onde iremos atravessar uma pequena ponte com corrimão de ferro que cruza um riacho que vem lá de cima do alto da serra e que vamos encontrar algumas vezes nessa caminhada. Ao atravessá-lo, siga o caminho para a esquerda e suba a escadinha que ladeada por uma bela vegetação até chegar ao seu fim. Logo após passaremos por uma estreita viela aonde em seu final chegaremos em uma rua onde devemos seguir para a esquerda.


Ruelas no início da Caminhada


Seguindo nessa rua 100 metros para frente chegaremos em uma bifurcação, mas claramente já conseguimos identificar o calçamento colonial de pedras do Século XIX seguindo em frente logo após o final do asfalto dessa rua. Essa travessia é bem fácil, é praticamente seguir o calçamento colonial até o seu final, já no Alto da Serra, seguindo ligeiramente para o sentido nordeste, mas existem algumas bifurcações no caminho, mas a maioria delas é para acessar alguma cachoeira do rio que desce da serra praticamente paralela a esse caminho.

Eu prefiro muito mais subir do que descer esse antigo caminho colonial, mesmo sendo mais cansativo, ainda mais em épocas de chuvas pois essas pedras são muito lisas e cheias de musgos ficando extremamente escorregadias, principalmente se as mesmas estiverem molhadas, ou pela chuva, ou pelo orvalho que cai nas manhãs mais úmidas.


Início do Caminho do Ouro


Bem no início podemos ver uma antiga caixa d'água, a esquerda, que dava suporte ao antigo aqueduto. Nos primeiros quilômetros o histórico calçamento colonial serve de acesso a vários sitos e propriedades que ficam as suas margens e por isso criminosamente algum irresponsável cimentou parte desse caminho para facilitar o acesso de carro a sua propriedade assassinando totalmente uma parte da história de nosso país. Cadê o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que é o órgão que atua na proteção, preservação e gestão do patrimônio histórico e artístico de nosso país.


O Bucólico Caminho do Ouro


Após cerca de 15 minutos, a nossa direita, passaremos pelo sítio da PIB - Primeira Igreja Batista, e após o sítio, por um centro espírita umbandista que promove eventos aos fins-de-semana. Com mais 10 minutos cruzaremos por curiosos pilares a nossa esquerda que também davam suporte ao aqueduto e poucos minutos depois chegaremos em uma clara bifurcação, uma trilha indo ligeiramente mais para a esquerda reta e o outro caminho ainda seguindo o calçamento a direita subindo em ziguezague.


Pilares do Aqueduto


Para aproveitar bastante essa caminhada recomendo seguir primeiramente para a esquerda para acessar uma bela, mas infelizmente poluída cachoeira. Assim que entrarmos a esquerda nos depararemos com uma outra bifurcação, onde a trilha que segue para a esquerda vai para a parte baixa da cachoeira e a que segue para a direita subindo para a parte alta, onde no topo da cachoeira existe até hoje resquícios de uma antiga represa. Recomendo fortemente uma visita tanto na parte baixa como na alta da cachoeira.


Cachoeira no Caminho do Ouro


Voltando na primeira bifurcação siga agora para a direita iniciando uma forte subida em ziguezague sobre as lisas pedras que formam esse belo calçamento colonial. Nesse ponto estaremos totalmente envolvidos por uma linda Mata Atlântica que nos impressiona pela sua diversidade e pela beleza em suas formas, cores e cheiros. Com mais 15 minutos após a bifurcação passaremos por um capinzal e logo depois o calçamento adentra novamente sobre a mata que fica cada vez mais esplêndida.


Capinzal


Com mais 20 minutos de caminhada chegaremos em um local onde calçamento cruza um pequeno riacho que possui alguns canos pretos para capitação de suas águas para abastecer as residências mais próximas. Nesse ponto tem uma bifurcação a direita que segue em direção a nascente desse riacho, mas o caminho correto é mesmo o mais óbvio, ou seja, atravessando o rio reto onde a trilha continua na outra margem e seguindo pela mata um pouco mais fechada durante algum tempo.


Linda Mata Atlântica


Um pouco menos de 30 minutos após o ultimo riacho passaremos por um largo leito de rio seco que está bem erodido e que provavelmente deve ter água somente na estação das chuvas onde na margem oposta chegaremos em um larguinho cheio de bananeiras. A trilha cruza esse larguindo seguindo pelo lado oposto ao da entrada, só que a partir desse ponto praticamente não encontramos mais o calçamento e em menos de 10 minutos a mais de caminhada a trilha desemboca em uma estradinha de terra batida, onde devemos seguir para a direita, sentido Alto da Serra. Se formos para a esquerda sairemos perto da antiga estação de trem e também na estrada que sobe a serra, como já informei paralelo ao esse Caminho do Ouro.


Leito do Rio Seco


Seguindo pela direita nessa estradinha de terra, não demora muito para podemos observar uma pequena estrada na mata a nossa direita, essa entradinha é a entrada da bela trilha que segue para a Cabeça de Negro que possui um visual espetacular da mata que acabamos de cruzar (trilha descrita em outro artigo). Ainda seguindo pela estradinha que no começo tem uma parte cimentada para auxiliar a passagem dos pedestres, passaremos pelas primeiras casas, logo depois por uma ponte de concreto e logo depois passaremos por um lindo pontilhão em arcos denominado de Viaduto da Grota Funda, que fazia parte antiga Estrada de Ferro do Grão Pará fazendo a ligação até  o alto da serra. Originalmente ele era feito de ferro com 58 metros de comprimento e 24 metros acima do leito do rio Caioaba, sendo uma grande obra de engenharia para a época em que foi construído (1884), mais tarde, após uma grande chuva que derrubou sua estrutura metálica, foi reconstruído como o modelo em arcos em pedra que resiste até hoje.


Final da Caminhada já no Alto da Serra


Como nessa caminhada estamos submergidos totalmente dentro da exuberante Mata Atlântica, não temos largos visuais durante o todo caminho, mas para recompensar nossos olhos ao final desta caminhada, bem em cima do histórico pontilhão temos um lindo visual desse vale, por onde esse Caminho do Ouro sobe e também das belas montanhas em volta, com destaque óbvio para a Pedra do Cortiço e para a Cabeça de Negro, que curiosamente os moradores dessa localidade a conhecem como Maminha da Princesa.


Localização



Distrito de Vila Inhomirim (ou Raíz da Serra) - último distrito de Magé, limítrofe a Petrópolis. Acessível por carro, ônibus ou trem.


Como Chegar



   De Carro:

Ao chegar em Magé, pegar a antiga estrada Magé x Petrópolis (RJ-107) e seguir até a estação de Trem de Vila Inhomirim.

   De ônibus:

Existem conduções partindo tanto de trás da Central do Brasil - no Terminal Américo Fontenelle, para Saracuruna, onde na praça ao lado da estação de trem local, outro ônibus em direção ao Alto Petrópolis - bairro Secretário, deverá ser pego.

Basta pedir ao motorista para lhe deixar em Vila Inhomirim (ou Raíz da Serra).

   De Trem:

Pegue o trem em qualquer estação sentido Saracuruna depois pegue a conexão para a Vila Inhomirim em Saracuruna.

Os horários no site da Supervia - www.supervia.com.br - estão desatualizados. A foto abaixo corresponde aos novos horários.


Horários do Trem



Distâncias das Capitais



   Rio de Janeiro - 63 km
   São Paulo - 476 km
   Belo Horizonte - 437 km


Quando Ir



É possível fazer o Caminho do Ouro em qualquer época do ano, mas a melhor época é o inverno, porque chove menos ficando a caminhadas mais seguras com as pedras do calçamento colonial menos escorregadias, o céu mais limpo e com a temperatura mais amena a caminhada fica mais agradável, mas nessa época as cachoeiras ficam com uma vazão menor.


Acampamento



É possível acampar em vários pontos ao longo desse Caminho do Ouro, principalmente onde encontramos algumas ruínas e o chão plano, mas não o recomendo por ficar muito próximo de um núcleo habitado.

Logo no final da trilha, próximo á estradinha que nos leva ao Alto Petrópolis, é possível identificar uma pequena área descampada onde os moradores do local costumam armar lonas no verão para curtir uma das vertentes do rio que fica bem próximo.


Mapa Dinâmico






Galeira de Fotos



2011-10 - Travessia Vila Inhomirim x Petrópolis (Caminho do Ouro)
Relato com fotos


Download Carta Topográfica



Carta Topográfica de Petrópolis


Download Tracklog



Tracklog do Caminho do Ouro - PNSO - Petrópolis - RJ (CA)
Tracklog do Caminho do Ouro e Cabeça de Negro - PNSO - Petrópolis - RJ (CA)
Tracklog da Travessia Vila Inhomirim x Petrópolis - RJ


Dicas



   Não esqueça de levar um bom filtro solar, mesmo quando o tempo estiver encoberto.
   Uma capa de chuva para sua mochila também poderá ser bem útil.


Tempo





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comentários  

 
0 #12 05-06-2013 18:34
esta pagina me ajuda muito em minhas trilhasdas por ai jose pedrosa
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0 #11 hugo 05-04-2013 17:26
Citando miro:
Muito interessante, bonito e útil trabalho. Agradecido por isso. Gostaria de comentar que cheguei nos primeiros metros dessa estrada. maravilhado com as pedras que as forram, imaginei o sacrifício. Daí um sr que estava perto me disse algo impressionante: " SIGA AS PEDRAS DO MEIO. VOCE VAI ENCONTRAR ALGUMAS COM CRUZES. DIZEM QUE ERA PRA CADA ESCRAVO QUE MORRIA NA CONSTRUÇÃO. E ACHO QUE ELES ERAM ENTERRADOS ALI MESMO. TALVEZ EMBAIXO DA PEDRA". Interessantíssi mo isso! Por acaso tem alguma informação a respeito. Grato.


Olá Miro,

Realmente não sabia dessa informação que é muito interessante. Vou pesquisar a respeito e muito obrigado por esse ótima interação!!!

Grande abraço,
Hugo
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+1 #10 05-04-2013 00:48
Muito interessante, bonito e útil trabalho. Agradecido por isso. Gostaria de comentar que cheguei nos primeiros metros dessa estrada. maravilhado com as pedras que as forram, imaginei o sacrifício. Daí um sr que estava perto me disse algo impressionante: " SIGA AS PEDRAS DO MEIO. VOCE VAI ENCONTRAR ALGUMAS COM CRUZES. DIZEM QUE ERA PRA CADA ESCRAVO QUE MORRIA NA CONSTRUÇÃO. E ACHO QUE ELES ERAM ENTERRADOS ALI MESMO. TALVEZ EMBAIXO DA PEDRA". Interessantíssi mo isso! Por acaso tem alguma informação a respeito. Grato.
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0 #9 Alba Tuasco 27-01-2013 18:39
Citando Josiane :
Belíssimo, não acredito que morando no Alto da Serra ainda não conheci este lugar!! Só preciso ter certeza se é seguro para andar em grupos bem pequenos.

Também gostaria de saber se é seguro.
Alguém já foi em grupos pequenos?
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0 #8 Josiane 08-12-2012 20:12
Belíssimo, não acredito que morando no Alto da Serra ainda não conheci este lugar!! Só preciso ter certeza se é seguro para andar em grupos bem pequenos.
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0 #7 17-10-2012 22:12
estarei lá na sexta a noite voltarei no domingo já amei o lugar só de olhar
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0 #6 hugo 18-05-2012 17:37
Citação:
Muito bonita e convidativa essa trilha.
Sou iniciante em caminhadas longas -fiz duas: de 45 e 50 km, e outra de 16 km - e não tenho experiência para me aventurar por trilhas fechadas como essa (mesmo com indicações)
Gostaria de saber se há guias, grupos ou sites que organizam essas travessias em periodos determinados.
Se alguém souber, por favor deixe a informação.
Obrigado e abraços...o site é ótimo e leio tudo, mesmo sabendo que muitas aventuras que vejo não posso fazer ...mas vou aprendendo teoricamente ^^

Se quiser conhecer outros grupos procura o CEB - Centro Excursionista Brasileiro (www.ceb.org.br)que foi o primeiro clube de montanha do Brasil. Liga lá e fala que foi recomendação minha.
[]´s
Hugo
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0 #5 17-05-2012 16:46
Muito bonita e convidativa essa trilha.
Sou iniciante em caminhadas longas -fiz duas: de 45 e 50 km, e outra de 16 km - e não tenho experiência para me aventurar por trilhas fechadas como essa (mesmo com indicações)
Gostaria de saber se há guias, grupos ou sites que organizam essas travessias em periodos determinados.
Se alguém souber, por favor deixe a informação.
Obrigado e abraços...o site é ótimo e leio tudo, mesmo sabendo que muitas aventuras que vejo não posso fazer ...mas vou aprendendo teoricamente ^^
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0 #4 05-04-2012 13:49
Adorei todo o artigo. Ja conheco a regiao e sou maravilhada pela sua exuberante beleza natural. Adoraria fazer esta travessia. Nunca fui ate o alto da Serra, apenas ate ao meio, e isso ja foi ha muito tempo, quando ainda era crianca.
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0 #3 10-03-2012 14:00
Ótimo artigo! Tenho muita vontade de fazer essa travessia, gostaria de opiniões sobre como fazê-la e se há algum risco de se perder da trilha ou se ela é bem simples! Forte Abraço
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