Pico da Neblina

Pico da Neblina


Tipo: Montanha / Morro / Rocha

Região: Parque Nacional do Pico da Neblina

Localização: Santa Isabel do Rio Negro, AM, Brasil, América do Sul

Lat/Lon:  0° 48' 24"S / 66° 0' 88"W

Atividades: Caminhadas

Época do Ano: Verão, Primavera, Outono e Inverno

Altitude: 2.993,78 m




Descrição



O Pico da Neblina, localizado na Serra do Imeri, extremo norte do estado do Amazonas, bem na fronteira com a Venezuela é o ponto culminante do Brasil com seus 2.993,78 metros de altitude. O nome do Pico da Neblina deve-se ao fato de se encontrar praticamente o ano todo encoberto por nuvens e foi por essa característica que o escondeu até a década de 1950 quando o comandante Mário Jucá, da extinta Panair do Brasil, o identificou quando sobrevoava a região em num raro momento em que ele não estava encoberto pela espessa neblina.

Na década de 1950 não existiam instrumentos de precisão como o GPS, porém o comandante Jucá teria chegado a conclusão que o pico que estava sobrevoando era o maior do Brasil apenas olhando o altímetro barométrico de sua aeronave, nessa época acreditava-se que o Pico da Bandeira era o ponto mais alto do Brasil. Se para os brasileiros o pico era desconhecido, para os venezuelanos ele já era conhecido anteriormente como Cerro Jimé, e foi conquistado em 1954 numa expedição do eminente ornitologista venezuelano William H. Phelps Jr. e em sua homenagem, o pico às vezes é chamado de Cerro Phelps na Venezuela.


Pico 31 de Março e o Pico da Neblina visto da Trilha


Em 1962, alguns pesquisadores brasileiros e venezuelanos sobrevoaram o maciço em vôos de reconhecimento, constatando que o Pico da Neblina está totalmente em território brasileiro, mais precisamente no município de Santa Isabel do Rio Negro, e a pouca distância do Pico 31 de Março, que é a verdadeira divisa entre o Brasil e a Venezuela. O 31 de Março é 21 metros mais baixo que o Neblina sendo a segunda maior montanha do Brasil e a montanha mais alta da Venezuela fora dos Andes.

A primeira expedição brasileira ao Pico da Neblina aconteceu em outubro de 1964, mas infelizmente não chegou a atingir o seu cume. Foi liderada pelo senhor Roldão e teve como participante o jornalista Carlos Marchesini que nos deixou a seguinte impressão: "Aquele era um mundo perdido, ainda intocado pelo homem", porém as autoridades brasileiras ainda se viam às voltas com litígios fronteiriços, problemas que se arrastavam sem solução através dos anos e foi por isso que em 1965 o Brasil decidiu dar um passo adiante na busca de uma solução definitiva para essas pendências, e para tanto enviou à região uma Comissão Mista de Limites liderada pelo general Ernesto Bandeira Coelho, e foi essa a primeira ascensão da montanha por brasileiros.


Visual da Trilha para o Pico da Neblina


A região que está inserida o Pico da Neblina possui um dos ecossistemas amazônicos mais importantes, por essa razão foram realizados em 1978 alguns estudos pela diretoria do Departamento de Parques Nacionais e constataram a grande importância da criação de um parque nacional nessa região. Um requerimento encaminhado ao Presidente do IBDF (antigo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal), seguiu para o Ministro da Agricultura da época e finalmente foi assinado pelo então presidente militar João Figueiredo, o decreto de criação do Parque Nacional do Pico da Neblina no dia 5 de junho de 1979 em homenagem ao dia mundial do Meio Ambiente.

O Parque Nacional do Pico da Neblina é um dois maiores parques brasileiro possuindo uma área de 2.200.000 há (dois milhões e duzentos mil hectares) que somados com a área do Parque Nacional Cerro de La Neblina, no lado venezuelano da fronteira, de aproximadamente 1.360.000 hectares, formam um dos maiores complexos bióticos protegidos do planeta, contribuindo para satisfazer o objetivo de se proteger uma amostra muito significativa e bem preservada da Floresta Amazônica.


Visual do Cume do Pico da Neblina


Mesmo sendo um parque nacional e administrado pelo ICMBio, as terras do parque se sobrepões as terras demarcadas para os Yanomamis, por esse motivo é fundamental, para evitar ter sérios problemas com os índios durante a expedição, ter uma autorização prévia da Associação Yanomami do Rio Cauaburís e Afluentes (AYRCA), documento liberado pelo presidente da associação e amplamente debatido com as lideranças indígenas, que questionam até mesmo os motivos e intenções da expedição.

Este maciço montanhoso inserido no meio da Floresta Amazônica há muito tempo vem chamando a atenção de aventureiros, cientistas e viajantes, que por lá passaram. Em 1908 o renomado botânico inglês Spruce escreveu a seguinte citação: "contudo, a mais admirável cena foram as montanhas que estavam atrás de mim, e que quando levantei e virei-me para vê-las, pareceram-me o mais fino tema para o pincel de um pintor que eu já tinha visto na América do Sul. Com palavras é impossível fazer justiça à cena"

   Altitude: 2.993,78 m.
   Administração: IcmBIO.
   Carta Topográfica:
   Atração: Paisagem, montanhas, formações rochosas, flora e fauna.

A Trilha / Expedição



  Dia 1
        Manaus > São Gabriel da Cachoeira

A expedição para o Pico da Neblina e Pico 31 de Março começa normalmente na cidade de Manaus onde é necessário pegar um vôo até a pequena cidade de São Gabriel da Cachoeira (SGC), cidade amazonense às margens do Rio Negro, perto da divisa com a Venezuela e a Colômbia. O Neblina não está localizado nas terras de SGC, mas ela é a cidade com acesso mais fácil, motivo pelo qual ela é sempre usada como base para as expedições.

Do aeroporto até o centro da cidade da cidade de Manaus é necessário pegar alguma condução, normalmente pegamos alguns precários micro-ônibus que fazem a linha aeroporto x centro. O pernoite desse primeiro dia é normalmente feito em algum hotel no centro de SGC.


  Dia 2
        São Gabriel da Cachoeira > Praia dos Amores (Rio Cauaburis)

Hora de arrumar a mochila para embarcar na carroceria de alguma Toyota que nos levará até o quilometro 85 da BR-307 em uma viagem de 150 quilômetros. O tempo dessa viagem desde centro de SGC  até o km 85 é muito variável devido a péssima condições da rodovia BR-307, normalmente essa viajem leva 4 horas para chegar ao rio Yá-mirim, caso a 4x4 não atole nenhuma vez. A partir das margens do Yá-mirim a viagem segue nas voaderias que são embarcações pequenas e velozes feitas de alumínio com motor de popa.


Toyota enfrentando um mar de lama


A partir desse ponto já começamos a ter contato com os índios locais, os Yanomamis, pois o Parque Nacional do Pico da Neblina está sobreposto em terras de uma reserva indígena, por isso para se entrar no parque é necessário pagar uma taxa para os Yanomamis, além de alugar a voadeira dos mesmos, pagar o combustível, mais o condutor e contratar dois carregadores da comunidade, mas mesmo assim você ainda corre o risco de ser barrado ao entrar na reserva indígena, é por isso que é muito importante um contato antecipado com a Associação Yanomami do Rio Cauaburís e Afluentes (AYRCA).


Linha imaginária que divide os hemisférios


A voadeira desce o Yá-Mirim e rapidamente adentra no rio Yá-grande, desse ponto já podemos apreciar toda grandeza de nossa floresta Amazônica, pois navegar pelos rios e igarapés da floresta é uma grande experiência e com certeza um diferencial dessa expedição.

Margem do Rio Yá-Mirim
Margem do Rio Yá-Mirim
Margem do Rio Yá-Mirim
Curtindo o Rio Cauburis
Rio Cauburis
Visual do Rio Cauburis


Depois de mais algumas horas descendo o Yá-grande (ou Xihitima em Yanomami), alcançamos o rio Cauaburis (Paretota), no qual é preciso subir para se chegar à praia dos amores (devido as tartarugas que ficam por lá) onde é feito o pernoite desse dia.


  Dia 3
        Praia dos Amores (Rio Cauaburis) > Boca do Tucano

Após o café é preciso retornar as voadeiras para continuar a viagem pelo Cauaburi por onde seguiremos até chegar ao canal de Maturacá (Hepotexiwë), onde ocorre um belo encontro desses rios criando um efeito ao misturar as águas brancas com pretas.

A viagem de voadeira ainda continua por mais algumas horas até a Boca do Tucano, que é um acampamento às margens do Igarapé Tucano, que tem sua nascente lá na Serra do Neblina, no qual margearemos durante boa parte de nossa caminhada.

Praia dos Amores
Praia dos Amores
Praia dos Amores
Crianças Yanomamis
Acampamento Boca do Tucano
Carregadores Yanomamis


O pernoite desse dia é feito nesse acampamento, mas normalmente dormiremos sobre lonas e em redes para nos livrarmos dos enxames de insetos principalmente das famosas formigas Tucandeiras que dizem que a sua mordida gera 24 horas de dor, também para fugir dos animais que espreitam o chão e também para nos livrarmos de algum alagamento caso a chuva, que é muito comum o ano todo, não de uma trégua.


  Dia 4
        Boca do Tucano > Bebedouro Velho

Depois de alguns dias descansando esse é o dia que vamos começar a caminhar, nesse dia caminharemos cerca de 13 quilômetros debaixo da exuberante Floresta Amazônica nos deslumbrando com árvores gigantes, árvores pequenas, bichos, sons, igarapés, alagados até chegar no nosso próximo o acampamento: Bebedouro Velho (400 m de altitude), onde é feito o pernoite desse dia. Apesar de toda exuberância da floresta, essa caminhada não é nada fácil, além dos insetos, com certeza a umidade é um dos piores adversários.


Acampamento de Bebedouro Velho


Desse acampamento já podemos ter uma bela vista de nosso objetivo, de lá já é possível ver no horizonte o pontudo Pico da Neblina e seu irmão menor, o Pico 31 de Março.


Primeira visão do Impressionante Pico da Neblina


O pernoite desse dia também é feito sobre lonas onde também dormiremos em redes, pelos mesmos motivos descritos acima.


  Dia 5
        Bebedouro Velho > Bebedouro Novo

Mais um dia de caminhada difícil, normalmente de baixo de muita chuva e um calor sufocante, caminharemos mais 12 quilômetros até o acampamento de Bebedouro Novo (860 m de altitude), onde faremos o pernoite desse dia também sobre lonas e em redes.


Acampamento de Bebedouro Novo



  Dia 6
        Bebedouro Novo > Acampamento Base

A caminhada desse dia é de apenas 6 quilômetros, mas essa pernada não é nada fácil, pois caminharemos até o acampamento base a 2.120 metros de altitude, com um desnível a ser superado de mais de 1.200 metros. Essa subida obviamente é muito íngreme e usaremos por muitas vezes as raízes das árvores para nos auxiliar.


Caminhando na Lama

Floresta de Bromélias


Nesse dia fica muito nítida a mudança da paisagem, até uns 1.200 metros era a floresta que até então estávamos caminhando, mais aberta, com as árvores mais altas. A partir daí até uns 1.500 metros a mata se fechou um pouco e apareceram as primeiras raízes e pedras. Até uns 1.800 metros, a subida se tornou ainda mais íngreme, passamos por uma cachoeira pequena e a trilha se transformou em um córrego de água clara. A partir de 1.800 até uns 2.000 metros caminharemos sobre um imenso jardim Jurássico, surgiram bromélias gigantes e a subida ficou mais leve. Dos 2.000 metros até o acampamento base, o visual fica diferente de tudo: muita lama, areias cor-de-rosa, quartzo, bromélias gigantes e plantas carnívoras.


Acampamento Base


Como estamos bem mais altos existe menos a incidência de insetos, por isso é um dia que normalmente dormimos em barracas.


  Dia 7
        Acampamento Base > Cume do Pico da Neblina

Esse é o grande dia, o dia de se atingir o cume do Pico da Neblina o topo do Brasil

Ataque ao Cume
Ataque ao Cume
Ataque ao Cume
Visual da Caminhada
Pico da Neblina e 31 de Março
Passando pela Cachoeira na encosta do Neblina


A caminhada nesse dia também é bem puxada, nesse dia caminharemos por um bom tempo com lama até os joelhos e logo depois a subida fica extremamente íngreme, praticamente sobre pedras, com trechos em que é preciso o auxílio de cordas fixas que são trocadas de tempo em tempos, mas mesmo assim não é bom confiar totalmente nelas, pois estão sobre a ação do tempo e dos elementos. Depois de umas 5 horas de caminhada chega-se no topo do Brasil onde temos uma visão deslumbrante em 360 graus da nossa querida Floresta Amazônica, com destaque para as montanhas da Serra do Imeri e o imenso Planalto das Guianas.

Serra do Imeri - Visual do Cume do Pico da Neblina
Serra do Imeri - Visual do Cume do Pico da Neblina
Serra do Imeri - Visual do Cume do Pico da Neblina
Serra do Imeri - Visual do Cume do Pico da Neblina
Serra do Imeri - Visual do Cume do Pico da Neblina
Planalto das Guianias - Visual do Cume do Pico da Neblina


Nesse dia o acampamento é feito no próprio cume do Pico da Neblina e em barracas.


  Dia 8
        Cume do Pico da Neblina > Acampamento Base

Nesse dia caminharemos do Pico da Neblina por uma fina crista até o Pico 31 de Março que é segundo maior pico do Brasil. Essa caminhada é bem tranqüila, e a paisagem lá te faz pensar que estamos na pré-história. Caminharemos sob uma densa neblina e entre pedras empilhadas, que se assemelham à fisionomia de animais, tornam o lugar bem inóspito. E até mais interessante que o próprio Neblina.


Visual do Pico 31 de Março


Depois de explorar o cume do 31 de Março, retornamos ao Pico da Neblina para começar a longa descida até o acampamento base, onde faremos o pernoite.


  Dia 9
        Acampamento Base > Bebedouro Novo

Nesse dia caminharemos do acampamento base até o acampamento de Bebedouro Novo em uma descida bastante íngreme e castigante, mas não menos bela e muito recompensadora, pois andar sobre a fascinante Floresta Amazônica é uma experiência que vai demorar a sair de nossas cabeças.


  Dia 10
        Bebedouro Novo > Boca do Tucano

Visual da Trilha de Volta
Visual da Trilha de Volta
Visual da Trilha de Volta
Aranha Caranguejeira na Trilha de Volta
Ave no Acampamento
38-pico-da-neblina-31-de-marco-am


Nesse dia o objetivo normalmente é fazer uma extensa caminhada até a Boca do Tucano, onde a caminhada começou a 7 dias atrás. Acamparemos nesse local ou na aldeia Yanomami de Maturacá.


  Dia 11
        Boca do Tucano > Yá-Mirim

Dia de descanso para as pernas, pois voltaremos a andar nas voadeiras, onde seguiremos até as margens do rio Yá-Mirim onde é feito o pernoite.


  Dia 12
        Yá-Mirim > São Gabriel da Cachoeira

Dia de subir na carroceria das Toyotas e ir sacolejando por algumas boas horas até o centrinho de SGC. Pernoite feito em algum hotel no centro da cidade.


  Dia 13
        São Gabriel da Cachoeira > Manaus > Casa

Hora de arrumar as mochilas e seguir para o Aeroporto de SGC para pegar um vôo para Manaus deixando para traz um lugar lindo que maltratou nosso corpo, que fez nosso coração acelerar e nossa imaginação voar.


Localização



Serra do Imeri, Planalto das Guianas.


Flora



Plantas de grande porte e vegetação mais fechada (floresta equatorial) só são comuns até os 1000 m de altitude; dos 1000 m até aos 1700 m há arvores de médio e pequeno porte, onde a vegetação é mais aberta, e a partir dos 1800 m só há vegetação rasteira na forma de líquens e bromélias (vegetação de altitude). O Parque é considerado desde a visita dos primeiros botanistas um dos lugares de maior biodiversidade e endemismo do planeta, embora faltem estudos que o comprovem.


Fauna



O Parque abriga uma das faunas mais ricas do país, mas com diversas espécies ameaçadas de extinção. Embora ainda abundante na área, o primata uacari-preto (Cacajao melanocephalus), por exemplo, tem sofrido em outras regiões a redução de suas áreas nativas, o mesmo acontecendo com o galo-da-campina (Rupicola rupicola), pequena ave alaranjada que habita as áreas cobertas por florestas.

Outras espécies preservadas são o cachorro-do-mato (Speothos venaticus), onça pintada (Panthera onca), gavião-pega-macaco (Spizaetus tyrannys) e gaviao-de-penacho (Spizaetus ornatus). Podem-se observar ainda a anta (Tapirus terrestris), os zoguezogues (Callibecus spp.), tucano-açu (Ramphastos toco), mutumporanga (Crax alector) e jacamim-de-costas-cinzentas (Psophia-crepitans).


Clima



A região é considerada a área contínua com maior volume de precipitação pluviométrica do Brasil, não existindo estação seca. Os meses de maior precipitação são agosto, setembro, outubro e novembro. A precipitação média anual em São Gabriel da Cachoeira é de 2.882,0 mm e a temperatura média é de 25,2ºC, com pequenas oscilações para menos de junho a agosto e mais nos demais meses. A nebulosidade é acentuada durante todo o ano, sendo mais intensa em abril e maio.

Em todo o ano, a temperatura nas áreas até os 700 m é de aproximadamente 32°C durante o dia, caindo à noite para cerca de 19°C. Nas áreas entre 750 e 1.400 m, as temperaturas médias são de 26°C (dia) e 13°C (noite); entre 1.500 e 2.500 m, as temperaturas são de 19°C ao dia e 5°C à noite. Acima de 2.500 m, caem para 15°C ao dia e 1°C a noite. Nos picos é fácil a temperatura ficar negativa.


Mapa Dinâmico






Acampamento



Essa expedição é normalmente feita em 13 dias possui diversos acampamento:

   Segundo dia - Primeiro Acampamento: Praia dos Amores ou no Povoado de Nazaré;
   Terceiro dia - Segundo Acampamento: Acampamento da Boca do Tucano;
   Quarto dia - Terceiro Acampamento: Bebedouro Velho;
   Quinto dia - Quarto Acampamento: Bebedouro Novo;
   Sexto dia - Quinto Acampamento: Acampamento Base;
   Sétimo dia - Sexto Acampamento: Acampamento no Cume do Pico da Neblina;
   Oitavo dia - Sétimo Acampamento: Acampamento Base;
   Nono dia - Oitavo Acampamento: Acampamento Bebedouro Novo;
   Décimo dia - Nono Acampamento: Acampamento Boca do Tucano ou na Aldeia Yanomami.


Quando Ir



Pode-se subir o Pico da Neblina e o 31 de Março o ano todo, mas os meses menos chuvosos vão de dezembro a abril (Verão).


Fotos



Todas as fotos desse artigo são da fotógrafa Rosangela Loeblein.

Fotos da Expedição ao Pico da Neblina e 31 de Março, por Rosangela Loeblein


Download Carta Topográfica




Download Tracklog



Tracklog do Pico da Neblina e do Pico 31 de Março (mapa) - PNPN - AM
Tracklog do Pico da Neblina e do Pico 31 de Março - PNPN - AM


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comentários  

 
0 #25 Leonardo C.Meirelles 29-09-2014 12:29
Olá, gostaria de realizar esta Expedição ao Pico da Neblina de preferência em janeiro de 2015.
Favor enviar contatos, datas e valores.

Obrigado.
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0 #24 19-05-2014 10:16
gostaria de saber valores e um grupo para subir o pico da neblina!!
favor enviar email para
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0 #23 29-04-2014 11:38
Bom dia!

Sonho em subir o pico da neblina, por favor informar qual o valor para 2 pessoas eu e meu namorado.
Abraço
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0 #22 19-03-2014 14:04
GOSTARIA DE FORMAR UM GRUPO OU ENTRAR EM UM JA FORMADO PARA UMA EXPEDICAO AO PICO DA NEBLINA.
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+2 #21 27-10-2013 19:14
Ola e meu sonho conhecer, este belo lugar de poder sentir sua energia, quando for ter uma nova expedição me avisem valeu grande abraço
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+1 #20 15-10-2013 17:14
Olá, gostei bastante do relato e das fotos, fizeram crescer minha curiosidade e disposição. Voltar à selva amazônica vai ser maravilhoso. Gostaria de me engajar em uma das futuras expedições aos dois picos, da Neblina e 31 de março, se alguém puder me ajudar nos contatos agradeço desde já.
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+1 #19 15-10-2013 17:09
Olá, gostei muito do relato, aumentou minha curiosidade e disposição. Belas fotos também. Gostaria muito de me engajar numa das próximas expedições, no começo de 2014, aos dois picos, da Neblina e o 31 de março. Se alguém estiver montando um grupo e puder me ajudar agradeço desde já.
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+1 #18 11-10-2013 03:39
Tenho interesse em fazer ambos os picos, mais ou menos como descrito neste guia. Caso alguem tb tenha interesse vamos combinar para que eu possa entrar na expedição tb. Abraços, Filipe
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+1 #17 16-08-2013 11:47
ajudou ,mais levei bronca
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+1 #16 24-07-2013 16:57
ola boa tarde, estou procurando um grupo que esteja pra fazer uma expedição para o pico da neblina,se alguém puder me ajudar meu Email anderson_petter @hotmail.com desde já agradeço.
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